Publicado em 14/03/2014
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Servidores da Fundação Estadual Norte Fluminense (Fenorte/Tecnorte), na segunda-feira, entrarão em greve por tempo indeterminado. A paralisação foi decidida em Assembleia Geral Extraordinária, realizada na terça-feira. A categoria reivindica reposição salarial de 63% pelas perdas inflacionárias nos últimos oito anos, redefinição do estatuto da Fenorte, revitalização da instituição, bem como o reajuste do auxílio-creche e auxílio-alimentação dos profissionais. Ainda na segunda, às 9h, haverá uma mobilização em frente ao prédio da administração da Uenf.
Segundo o presidente da Associação de Funcionários da Fenorte e Tecnorte (Asfetec), Gustavo Guimarães, após a autonomia universitária obtida pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a Fenorte, assim como os servidores, vem sendo subutilizada para atender às vontades políticas e perdeu sua principal missão institucional e ao longo destes mais de 12 anos. "Vagamos em interesses políticos que não valorizam a continuidade de nossas ações", comentou Guimarães, esclarecendo que uma das reivindicações é a redefinição do estatuto da Fenorte, concedendo a mesma uma missão e visão concretas, alcançando as necessidades da sociedade, com caráter continuativo de suas ações.
O presidente informou que a greve permanecerá até que todos os pleitos sejam atendidos. "Todos os pleitos acima devem ser atendidos na íntegra ou o Governo do Estado pode escolher transferir os servidores da Fenorte para a Uenf e solucionar as reivindicações do movimento de greve", falou.
Greve na Uenf continua
A greve dos professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense chega ao terceiro dia hoje e o Governo do Estado ainda não apresentou uma proposta que favoreça a categoria, já que o mesmo prometeu encaminhar ano passado para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A categoria também reivindica reajuste salarial.
O presidente da Associação dos Docentes da Uenf (Aduenf), Luís Passoni, disse que o piso salarial dos docentes de Dedicação Exclusiva (DE) da Uenf é de R$ 6,7 mil, enquanto o das instituições federais é de R$ 8,6 mil. Passoni informou que na próxima quarta-feira (19), os professores farão uma manifestação na portaria da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, no Rio de Janeiro.
Segundo o presidente da Associação de Funcionários da Fenorte e Tecnorte (Asfetec), Gustavo Guimarães, após a autonomia universitária obtida pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a Fenorte, assim como os servidores, vem sendo subutilizada para atender às vontades políticas e perdeu sua principal missão institucional e ao longo destes mais de 12 anos. "Vagamos em interesses políticos que não valorizam a continuidade de nossas ações", comentou Guimarães, esclarecendo que uma das reivindicações é a redefinição do estatuto da Fenorte, concedendo a mesma uma missão e visão concretas, alcançando as necessidades da sociedade, com caráter continuativo de suas ações.
O presidente informou que a greve permanecerá até que todos os pleitos sejam atendidos. "Todos os pleitos acima devem ser atendidos na íntegra ou o Governo do Estado pode escolher transferir os servidores da Fenorte para a Uenf e solucionar as reivindicações do movimento de greve", falou.
Greve na Uenf continua
A greve dos professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense chega ao terceiro dia hoje e o Governo do Estado ainda não apresentou uma proposta que favoreça a categoria, já que o mesmo prometeu encaminhar ano passado para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A categoria também reivindica reajuste salarial.
O presidente da Associação dos Docentes da Uenf (Aduenf), Luís Passoni, disse que o piso salarial dos docentes de Dedicação Exclusiva (DE) da Uenf é de R$ 6,7 mil, enquanto o das instituições federais é de R$ 8,6 mil. Passoni informou que na próxima quarta-feira (19), os professores farão uma manifestação na portaria da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, no Rio de Janeiro.
Fonte: O Diário de Campos
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